Dirigindo em Champagne, na França, após conhecer a GH Mumm.
[Música] Bom dia, boa tarde e boa noite. Seja bem-vindo a mais um vídeo narrado aqui do canal Papo no Volante. Hoje eu vou dirigir pela região de Champanhe na França. Apesar de curto, esse vídeo vai valer muito a pena. Então se prepara, fica confortável, porque depois da musiquinha do canal, o nosso passeio virtual já vai continuar. [Música] E que lugar é esse de onde eu estou começando o vídeo? Aqui é puro luxo. Olha só a plaquinha aí à direita. Eu estou saindo da GH Moon, um dos champanhe mais tradicionais da França. Não poderia ir embora sem antes mostrar um pouco do interior. Então vamos lá. Olha só que lugar chique, incrível. Fizemos uma degustação de vinhos e queijos aqui. A gente tá numa cidade que se chama Hans. Daqui a pouco eu falo mais sobre isso. Estamos aqui aguardando a nossa vez. para conhecer as caves, que são os lugares onde são estocados os vinhos. Olha só que legal esse passeio. Tudo isso no meio da cidade, esse subterrâneo, esses corredores gigantes ficam na cidade, embaixo daquele prédio que eu estava. E é corredor que não acaba mais. É incrível essa visita. Vale muito a pena. Então, estou saindo da GHum e vamos agora em direção a uma outra vinícula que produz um champanhe espetacular. Ela fica numa cidadezinha aqui ao lado. Deixa eu colocar o mapa para você se situar. Primeiro, então, um mapa da França, né? Hans fica aqui, ó, no canto direito superior, quase divisa com a Bélgica. Se eu dirigisse mais 1 hora e meia, eu chegava na Bélgica. E agora vamos fazer um zoom nesse mapa. E deixa eu mostrar aqui a cidade de Hans. Então, eu tô aqui saindo da GW Moon e vou atravessar um pouco a cidade, pegar algumas estradas e chegar aqui embaixo, aonde tem a vinícula Kananar de Shen. Esse é o caminho que você verá. No vídeo de hoje, no final do vídeo, eu também vou mostrar quanto custa um champanhe Canar. Vamos falar de champanhe. Então, aqui é o único lugar que produz champanhe. Se você acha que no final do ano você tá comemorando a virada do ano estourando um champanhe, cuidado. Pode ser que você esteja abrindo apenas um espumante. Se o seu espumante foi produzido aqui nessa região, aí sim você pode chamar de champanhe. Então, quando a gente fala de GW Moon, é um champanhe. Quando a gente fala de Canar Shen, é um champanhe. Quando a gente fala de casa valduga, miolo, chandon Brasil, Salton, Aurora, isso não é champanhe, é espumante. Os nomes que eu falei são espumantes produzidos no Rio Grande do Sul. Então, champanhe é o que é produzido aqui. Só que não é qualquer coisa que é produzida aqui que pode ser chamado de champanhe. Não, tem algumas regras rígidas. Algumas uvas apenas são autorizadas, como por exemplo a chardonet, pinonoirar e pinomanier. Essas são as uvas que podem ser misturadas para fazer o champanne. A outra coisa também, a colheita precisa ser manual, não pode ser alguma coisa eh com maquinário automatizado, não. Tem que ser manual. O tempo mínimo de envelhecimento tem que ser de 15 meses para champanhe sem safra e 36 meses pros outros aí mais especiais. Por isso que eu incluí essa cidade nesse roteiro que fizemos aqui pela França, porque eu acho que vir na França e não beber um bom vinho, tomar um bom champanhe e não conhecer a história dessa região fica fica um pouco a desejar, né? É como ir lá no Vaticano e e não ver o Papa aqui. Então, estamos saindo de Hans e iremos então para uma vinícula, outra vinícula, Canar. Saímos da Moum, né? Fizemos a degustação agora de manhã. Deixa eu contar um pouco mais da Moon. Ela foi fundada em 1827 por uma família alemã. E hoje esse vinho é super famoso, né? Tem aquele cordão rou, né? Aquele aquele aquela fita vermelha que envolve o o a garrafa, né? Esse esse Moon, ele é o patrocinador, eu acho que ainda é, mas durante muitos anos tem sido, creio que ainda é o patrocinador da Fórmula 1. Então, quando na chegada lá no no como é que chama? no pódio, os pilotos vão lá abrir champanhe, eles estão abrindo um Moon. E uma coisa que eu fiquei impressionado ao visitar aí a casa Moon é que a gente estava lá na no centro da cidade, né? Então eu nunca ia imaginar que nos subterrâneos daquilo lá tinha mais de 25 km de túneis aonde ficam armazenadas as garrafas. É incrível, né? Por que que fica lá nos túneis? para ter as mesmas condições climáticas, para não ter variação. E é isso que faz eles também terem um excelente produto. No final, teve uma degustação de uma garrafa que nem é vendida fora dali. Ou seja, você não pode ir num restaurante e pedir aquela garrafa. Parece que são pouquíssimos restaurantes, uns dois ou três que são autorizados a vender aquele tipo de champanhe. Eu não comprei porque era muito caro, mas eu comprei uma garrafinha, uma garrafinha pequenininha, trouxe aqui pro Brasil, até porque a minha mala já estava muito pesada. No vídeo de hoje, a gente vai dirigir por algumas estradas bem pitorescas, vai dar para ver uma paisagem diferente. Então, se você gosta de vídeo de estrada, daqui a pouco a gente vai pegar a estrada. E é uma paisagem totalmente diferente de tudo que você já viu aqui no canal Papo no Volante. É muito gostoso dirigir aqui no interior da França e as paisagens também muito bonitas. Hoje não está um dia totalmente ensolarado, né? Mas o tempo tá bom. Você percebe aí que tem várias nuvens e o dia está bem quente. E se você chegou de para-quedas, se você caiu nesse vídeo agora, primeiramente seja muito bem-vindo. Eu sou o senhor Papo e você está no canal Papo no Volante. Normalmente eu faço vídeos dirigindo na cidade de São Paulo, porém como estou de férias na França, aproveitei para filmar algumas paisagens diferentes. E aqui você vai ter a oportunidade de ver como que são as estradas do interior da França. Tenho produzido vídeos pro canal Papo no Volante desde maio de 2020, no auge da pandemia. O objetivo lá era outro, mas aí eu comecei a tomar gosto pela coisa e o YouTube se tornou um hobby, um hobby remunerado, bem interessante aqui. E eu continuei filmando. É, vou filmar mais bairros de São Paulo, vou refilmar os bairros que eu filmei em São Paulo e também percebi que o pessoal gosta muito de vídeo de estrada, então aqui vai ser um prato cheio pr as pessoas conhecerem as estradas francesas. Aqui eu tô numa estrada assim bem simplesinha. Daqui a pouco a gente vai pegar uma estrada um pouco melhor, mas eu acho legal dirigir aqui no meio do nada, né? a gente vê a plantação, a gente vê a natureza, é muito diferente de tudo que tudo que a gente tá acostumada a ver no Brasil. E olha só como como a França no geral, eh, pelo menos nessa parte aqui da França, como é tudo plano, né? É claro que se você for pro sul da França, você vai encontrar aqueles aquelas montanhas, né, os Alpes. Eu morei lá no sul da França, morava num vale que ficava no meio de várias montanhas. Mas aqui é diferente. Aqui muita plantação. A França é um país agrícola, né? Eh, muitas das terras da França já estão preenchidas por plantações. Visto do alto, é até bonito ver, né? Tá tudo bem certinho, bem dividido. E aqui a gente tá tendo um exemplo disso, né? Podendo dirigir nessas estradas aqui bem no meio do nada. Pelo menos o asfalto é bom, né? O asfalto é bom, assim, não tem a faixa, né? Não tá pintado, né? Mas a gente tá no meio dos vilarejos, né? Então não dá para exigir muito. Mas dá a impressão de ser tudo muito bem cuidado. O pessoal aqui dirige muito bem também. Eles respeitam a sinalização, dirigem com cuidado. Aqui 70 km/h é o limite de velocidade. Ah, uma coisa legal do carro que eu aluguei. Eu tô aqui num carro alugado que se chama Renault Simbios. Esse carro eu achei muito legal porque ele lê as placas de trânsito e ele vai colocando no painel qual que é a velocidade máxima permitida. Bom, aqui eu tô entrando numa rotatória e lá na frente eu já pego a rodovia. Mais um pouquinho a gente já chega lá. E nesse canal já tem outros vídeos onde eu estou dirigindo na França. Comecei dirigindo em Paris. desalugando um carro em Paris, depois dando uma volta por Paris e depois eu peguei a estrada em direção a uma cidade que se chama A Bliss. Mas aí eu vou intercalando no canal tanto vídeos dirigindo na França quanto vídeos dirigindo no Brasil, porque eu sei que nem todo mundo quer conhecer a França, mas muitas pessoas querem ver o Brasil. Inclusive, o último vídeo que entrou no ar no canal Papo no Volante foi um vídeo onde eu fui dirigindo até Mairiporã, que é um município aí adjacente a São Paulo e é um lugar que tem um restaurante super pitoresco, o velhão. Esse vídeo já tá no canal, então recomendo que você assista. Foi um vídeo bem legal de ser feito. E também queria fazer um convite, né? Se você ainda não é inscrito no canal Papo no Volante, por favor, inscreva-se. Assim, você será avisado quando novos vídeos entrarem no ar. Quem sabe não é a sua cidade ou o seu bairro que aparecerá no canal Papo No Volante. E foi bom, viu, eu ter feito esses vídeos aqui da França, porque eu tô sem poder dirigir. Eu fiz uma cirurgia no dia 20 de agosto do joelho, né? Tirei, tirei não, eh, arrumei o menisco e por causa disso fiz uma sutura no menisco, né? Então vou ficar três semanas sem poder pisar no chão, sem poder dirigir também. Ainda bem que eu tenho esses vídeos aqui que estavam já gravados para poder lançar aqui no canal, porque senão a gente não ia ter material. Agora sim, entramos numa autopista um pouco melhor, né? Vamos acelerar aqui pra gente chegar logo nessa vinícula que se chama Canaren. É uma vinícula que eh tinha uma forte ligação com a Rússia. Sabia disso? Pois é. Eh, me parece que eles eram fornecedores da corte do quizar de Leonal. Parece que hoje em dia o brasão eh imperial russo aparece em alguns rótulos ainda. Eu, hein? Medo. Então, aqui a gente tá na rodovia A34. Essa rodovia, ela foi inaugurada em etapas, a partir dos anos 80, mas o que é mais legal é que ela liga Rans à região de Ardenas. É uma extensão de aproximadamente 98 km. É uma rota de trânsito rápido e quem vai pra Bélgica ou para Luxemburgo usa essa estrada. Então, daqui a pouco a gente vai sair da rodovia, mas se eu tivesse continuado, olha só, poderia ir lá na Bélgica comprar algum chocolate belga que tá aqui pertinho. 1 hora e meia de de estrada ia ser ia ser tranquilo, né? Às vezes a gente pega esse trânsito andando em São Paulo, voltando do trabalho, por que não ir até a Bélgica para comprar um chocolatinho e voltar? Não, não vamos não, porque agora a gente quer beber champanhe. Se fosse para comer chocolate, a gente ia para Gramado, então a gente quer champanhe. Mas vou te falar, não deu certo. Você acredita? A gente não conseguiu entrar na Canar. Que pena, né? Que que aconteceu? Ah, foi uma falha minha. Eu na preparação dessa viagem acabei agendando vários passeios, né, comprando os tickets da Torre, o Arco do Triunfo. Fiz tudo, fiz tudo adiantado, fiz tudo com antecedência, tudo programado. Já as vinículas elas iam acontecer esses passeios nos últimos dias da viagem. Então eu fiquei com aquela sensação assim, será que não é melhor deixar um pouco mais livre? E aí a gente vê na hora. Pois é, minha irmã me alertou no outro dia, ela falou assim: “Você não reservou ainda?” Aí eu falei: “Será que precisa?” Quando eu fui ver, não tinha mais, não tinha mais reserva, não dava para reservar para pra semana seguinte. Que falha. Então, eu vou te mostrar como que ia chegar na Canar, mas eu não vou fazer a visita. Enfim, de lá a gente partiu para conhecer a Shandon, mas não vou desistir. Numa próxima viagem eu irei lá novamente. Eu achei um pouco de inflexibilidade do francês, pô. Eu falei pra pessoa lá da recepção da Caná: “Eu tô aqui só até hoje. Amanhã eu já volto para Paris e depois de amanhã eu embarco pro Brasil. Eu só tenho hoje para fazer esse esse passeio. Não dá para me colocar num encaixe aí, alguma coisa assim. A pessoa foi irredutível. Ah, se fosse eu, eu deixava dois estrangeiros entrarem na minha vinícula. Mas enfim, né? Faz parte. Não quiseram, OK, perderam. Eh, com certeza a gente compraria um champanhe lá, mas fica pra próxima. Fica pra próxima. Acho que vai valer a pena pelo vídeo aqui, por gravar as estradas, eh os vinhedos aí que você vai ver pela frente. Por isso, acho que vai valer a pena. Repare no asfalto dessa rodovia, né? Que coisa mais não sei se é asfalto concreto, mas que coisa mais bonita, né? Então aqui a estrada vai ter um monte de bifurcação, é bem complicado, mas vamos aproveitar para ler as placas, né? Vamos ver para onde levam essas rodovias. Mais uma placa aí na frente. Olha uma coisa que o francês tá de parabéns, hein? A gente não pode dizer que as estradas são mal sinalizadas. Para todo lugar tem placa e é uma placa atrás da outra dizendo exatamente a mesma coisa. Então, quanto a isso, gostei muito de ter dirigido na França e me sinto bem confortável, né, dirigindo na França, porque afinal eu falo francês. Imagino que seria um pouco mais complicado dirigir no Japão, inclusive com a mão invertida, né? Não sei se você reparou, mas eu não parei o carro para entrar na rotatória, tá? Apesar de estar escrito lá eh seda a passagem, eu não preciso parar. Não é que nem nos Estados Unidos que você tem que parar completamente antes de entrar numa rotatória, por exemplo. Aqui não. Aqui não tem ninguém. Você vai indo e continua. Pelo menos eu não vi ninguém na minha frente parando se não tinha alguém chegando. Chegou a hora então de agradecer aos apoiadores do canal Papo no Volante, aquelas pessoas que pagam uma mensalidade para serem membros do canal Papo no Volante e consequentemente me ajudar a continuar fazendo esses vídeos. Então, se você também gosta dos vídeos, por favor, torne-se um apoiador oficial do canal Papo no Volante. Assim eu vou falar o seu nome em todos os vídeos enquanto durar o seu apoio. Então vamos lá, vamos começar agradecendo aos copilotos. Um abração então Henrique Lucone, Mat Massaak, Paulo Gabriel, Bink, Filemon e Diego Custódio. Um abração agora pros caronas William Cbell, Ótica Jacutinga, Vinícius, Josenildo, Eduardo, Mauro, Murilo, Cláudia, Luciano, Edgley, Mário, Rodrigo, Marluci, Vinícius, Décio, Neto, Stephanie, Joventino, Fábio, Luiz, Alê Coelho e Alexandre Noze. Muito obrigado pelo apoio de vocês. E se você também quiser saber como que você pode se juntar a esse grupo maravilhoso, é só dar uma olhada na descrição desse vídeo. Todo o sistema de membership é gerenciado pelo YouTube. E hoje, né, engraçado, né, porque dirigindo por essas estradas tranquilas, a gente, pelo menos a gente, né, que é do Brasil, que é da América Latina, a gente não imagina o Nossa, você viu uma placa, uma uma inscrição da União Soviética ali no viaduto? Volta o vídeo para você ver. Mas o que eu tava dizendo é que assim, é interessante pensar que num lugar calmo como esse eh aconteceram várias batalhas durante a Segunda Guerra Mundial. Essa região aqui foi palco da ofensiva alemã de 1940, que rompeu com as defesas francesas. Então essa rota Hams, Sedã e Bélgica, ela tem uma importância estratégica desde o século XIX e ela foi usada em várias campanhas militares por ser um corredor natural entre a França e a Bélgica. Dá para imaginar? Dá para imaginar os tanques passando aqui? Quando a gente vê aqueles filmes de guerra que tem os tanques nos campos destruindo os vilarejos. É isso aqui, ó. Jesus. Bom, com esse pensamento, vou deixar uma musiquinha para você ir acompanhando essa paisagem embucólica e daqui a pouco a gente volta quando a gente estiver chegando perto dessa outra vinícula. Até mais. [Música] [Música] [Música] เฮ [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] Já estamos chegando. O vilarejo ali se chama Lud. fica no coração de uma região que se chama montanha de Rans, uma região cercada de vinhedos de Pinonoir. A propriedade tem um parque arborizado, tem um castelo do século XIX. Então assim, é um lugar super romântico e elegante. E eu curioso para visitar, né? Porque não deu certo. Parece que as caves subterrâneas, que nem eu mostrei aí no vídeo da Moon, a Moum tinha mais de 20 km, né, de extensão. Aqui é um pouco menor. E aqui é menos turístico também que a Moum. Aqui as caves têm 6 km apenas escavados aqui nessa nessa pedra. Aí, ó, chegamos. Champanhe quear. Shan, vamos entrar logo aí à direita a gente começa a entrar. Olha o que que eu achei no Mercado Livre. Olha quanto custa uma garrafa. R$ 1877. Jesus. Tomar um champanhe desse só numa ocasião super especial, né? Pelo menos pro meu bolso, né? Pode ser que para você seja o vinho do dia a dia. Olha que lugar incrível, né, gente? Bom, vou ficando por aqui. Se você chegou até aqui, por favor, coloque nos comentários qualquer frase contendo a palavra pato. Por canar em francês quer dizer pato. Então, se você colocar pato, eu vou saber que você acompanhou essa viagem, que você chegou até aqui e que você curtiu aí esse passeio. Beleza? Vou só achar um lugar para estacionar aqui e para ter a decepção de saber que eu não poderei fazer a visita. Fico por aqui, aquele abraço. E antes de eu ir embora, eu vou deixar mais quatro sugestões de vídeos, principalmente os vídeos aqui da região da os vídeos que eu fiz aqui na França para você continuar aproveitando um pouco mais do canal Papo no Volante, tá bom? Obrigado pela audiência e até o próximo vídeo. Barulho dos pássaros.
Dirigindo de Reims, da vinícola GH Mumm até a charmosa Canard-Duchêne em Ludes. Um trajeto curto entre vinhedos da Montagne de Reims, mas repleto de história, curiosidades do champanhe e paisagens típicas da região.
00:00 GH Mumm
2:23 Reims
08:49 Estrada
26:50 Ludes
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7 Comments
Pato na lagoa!
Pato aqui, pato acolá!!! Um excelente vídeo. Boa semana!
👒😌🍷🍇🥯🐈🛵Voltou da França um sommelier seo Papo?
SUPER VIDEO PARABENS
Lá vem o pato
Pata aqui, pata acolá
👒🪿canard!
Pato.