ARLES: A Cidade de Van Gogh e do Império Romano | O Que Fazer em Arles | Vlog
Olá, pessoal. Muito bem-vindos a mais um vídeo deste canal e hoje direto da cidade de Arles. [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] Alice fica um pouco mais de 100 km ali da cidade de Marseia, onde nós estamos. E aqui é considerada também a cidade de Vanangog. Na verdade, ele não nasceu aqui, mas ele morou aqui por 15 meses, um pouco mais de um ano. E aqui ele pintou muitas obras, foram acho que 300 obras ou mais de 300, uma coisa assim. E agora a gente tá aqui no anfiteatro, que é um considerado um coliseu romano. Na verdade, essa cidade aqui ela é medieval e também muito romana. Na verdade, ela é uma mini Roma, porque tem um coliseu romano, tem um fóum romano e então tem muitas características romanas aqui na cidade. E eu quero mostrar tudo isso para vocês. Mas antes, não esqueça de curtir, compartilhar, se inscrever no canal, fazer todas essas coisas que nos ajuda bastante, ok? [Música] Esse anfiteatro, ele é um uma réplica do Coliseu em escala menor que foi construído no ano de 90 depois de Cristo. Aqui aconteciam as disputas, as brigas, as corridas e tá muito preservado até hoje no que se pode ver na estrutura. Diferente do Coliseu de Roma, que não tem mais atividade, né? Só é mesmo pra visitação. Aqui no Coliseu de Arles, eles eh ainda t, né, touradas, apresentações. Então, por isso que há arquibancadas aqui, né, feitas de metal para que as pessoas possam assistir. Inclusive tinha para reservar alguns espetáculos, mas como a gente só veio hoje, ah, então, e também eu não ia querer reservar um um espetáculo de tourado que eu não gosto, né, mas enfim. Ah, então aqui a espetáculos de tourada, OK? E também alguns eventos aqui nesse coliseu. [Música] O ingresso que nós compramos chama-se Liberty Pass. Há vários tipos de ingresso, mas o que mais é se encaixava naquilo que a gente queria era o Liberty Pass, OK? E este passe ele dá direito a quatro monumentos e a dois museus à nossa escolha. Vou deixar aqui na tela para vocês quais são os monumentos que vocês podem escolher. São seis monumentos e dos seis você pode escolher apenas quatro. E são quatro museus dos quais você pode escolher apenas dois, ok? O ingresso custou por pessoa 15€ então saiu 30€ para mim e pro Ismael. E menores de 18 anos acompanhado dos pais não pagam. Então nós três custou 30€ OK? O site oficial é esse aqui e eu recomendo que vocês comprem e no site oficial. E é isso, bora pro passeio. [Música] Nós estamos no anfiteatro romano de Arles, que foi construído no reinado do imperador Augusto no primeiro século antes de Cristo. Eh, começou a construção em 40 anes de Cristo e terminou em 12 depois de Cristo. bem interessante, construído em pedra. E uma curiosidade desse teatro é que na Idade Média ele foi aterrado e só em 1840 e que foi descoberto quando os moradores começaram a tropeçar em estátuas, em coisas construídas. E aí descobriram que tinha esse teatro aqui soterrado. [Música] Conheça agora a igreja de Santrofina, construída lá pelos séculos 12 a X. Ela é um daqueles lugares que te fazem sentir a história na pele. E o que mais chama a atenção é o portal da entrada, um verdadeiro espetáculo de esculturas. É como se a Bíblia ganhasse vida em pedra, contando histórias como o juízo final de um jeito super detalhado e emocionante. Mas a mágica não para por aí, não. Quando você entra, você se depara com uma nave central super alta, tipo uns 20 m. E é super imponente. [Música] A decoração é mais discreta, o que dá uma sensação de paz e te convida a ficar ali só pensando. As janelas são pequenas e ficam lá no alto e a luz que entra cria uma atmosfera única. E olha que legal, mesmo sendo mais simples por dentro, ela guarda uns tesouros, tipo sarcófagos, romanos antigos, relicários e até pinturas barrocas. É como se a igreja fosse selecionando arte ao longo dos séculos. [Música] Sabe aquela sensação de descobrir um segredo? Pois é, é exatamente isso que acontece quando você encontra o criptopórtico de Arles. Enquanto a gente passeia pela place do fórum lá em cima, vendo as colunas romanas e tal, nem imagino o que tem por baixo dos nossos pés. É tipo um mundo escondido, uma rede de arcos de galerias a uns 6 m de profundidade. [Música] [Música] Pensa que loucura. Há 2000 anos, os romanos perceberam que o fórum deles estava sedento. E o que eles fizeram? construíram essa estrutura subterrânea gigante para sustentar tudo. E isso é a prova da inteligência e da engenharia deles que impressiona até hoje. Lá embaixo o clima é diferente, mais úmido e bem fresquinho. Por isso era o lugar perfeito para guardar grãos, tipo um celeiro gigante e super seguro. E o mais legal é o silêncio. Às vezes você só ouve o gotejar da água, o que deixa o ambiente ainda mais misterioso e fascinante. Então o criptopórtico não é só um monte de pedras antigas. É uma viagem no tempo, uma chance de ver como os romanos eram espertos e de sentir a história de um jeito bem diferente. Lá no subsolo de Arles é uma experiência que te faz pensar: “Uau, o que mais essa cidade esconde? [Música] [Música] Este é o museu Arlatã. Foi fundado em 1896 por um homem apaixonado por sua terra, o poeta Frederick Mistal. [Música] Mistral, que mais tarde viria ganhar o Prêmio Nobel da Literatura, não queria que a alma da Provença, os seus costumes, as suas roupas, as suas ferramentas e as suas lendas se perdesse no tempo. Com o dinheiro do prêmio, ele deu uma nova vida ao seu projeto, transformando-o num verdadeiro panteão da Provã. [Música] Ao entrar no museu, somos transportados para a vida provençal do século XVI e X. As salas revelam trajes detalhados, como os da famosa Arlesiana, mobiliário que conta histórias de famílias e os instrumentos musicais como flautas e tamborins, que ainda hoje marcam o ritmo das festas populares. Uma das atrações mais fascinantes são os dioramas, cenas da vida cotidiana recriadas com figuras em tamanhos realem sentir como se estivéssemos a espreitar por uma janela para o passado. [Música] Ó, aí tem uns que tem coisinhas para explorar, tem uns que tem coisas para mostrar e outras fotos ou histórias. Ah, legal. Aqui o museu antigamente. [Música] O museu é um labirinto de memórias com mais de 38.000 objetos que capturam a essência da vida na região. [Música] Elas tinham os pezinhos bem pequenininho. As capas que legal. Lindo, né? Devia ser pesado. Aqui era as roupas masculinas. Olha só que interessante. E aqui era as as tuquinhas que elas usavam. Essa aqui é de renda, ó. Esse aqui a gente vê muito em filme, né? Sapatos eram bem e enfeitados. Olha esse aqui bem quadrado. Aqui tem algumas joias, bastante joias de plástico. Aqui são de metais. Alguns lenços que elas usavam. Ó, as sombrinhas. Ol, esses aqui eram de cabelo. Um colar. Olha que lindo. Ah, aqui tem algumas perucas também que elas colocavam para ornar o cabelo. Interessante. Aqui tinha umas faixas. Essas eram as bonecas. São meio assustadoras. [Música] Olha que lindo esse vestido. [Música] Visitar o Museu Arlantã é mais do que uma lição de história. É uma viagem poética ao coração da identidade provençal, guiada pela visão de um poeta que dedicou a sua vida a preservar a alma da sua terra. [Música] Pessoal, aqui tem um quadro do Vanangog inspirou bem neste lugar aqui. Agora eu tô filmando com celular porque a minha câmera ficou sem bateria. É a margem do rio. เฮ [Música] O museu Riatu não é apenas um museu qualquer. Ele vive no antigo forte dos cavaleiros da ordem de Malta, que data do século XV. A sua história começa com o pintor da terra, Jaques Retu. Ele comprou o edifício sonhando em torná-lo num estúdio gigante, ponto de encontro para artistas. Embora o seu sonho de uma comunidade de artistas não tenha sido concretizado durante a sua vida, a sua paixão permaneceu. Após a sua morte, o lugar tornou-se oficialmente um museu em 1868, guardando as suas obras. Mas a história não para por aí. O lugar tinha um charme tão especial que no século XX atraiu ninguém menos do que Pablo Picasso. Sim, e ele se apaixonou pelo museu e doou 57 desenhos. Um presente que selou a ligação com a cidade. Anos mais tarde, o museu inovou novamente em 1965 e foi o primeiro em França a criar uma coleção dedicada à fotografia como forma de arte. Hoje, ao passear por lá, sente-se essa mistura. A alma do pintor sonhador, a genialidade de Picasso e o olhar moderno dos fotógrafos. é um lugar que junta séculos de criatividade, tudo com o rio a correr ao lado. [Música] Em 188, a vida de Vanangog, que já era um tubilhão de emoções e cores, sofre uma revirolta dramática. Após o famoso e trágico episódio em que corta um pedaço da sua própria orelha, ele é internado no hospital de Arles, o hotel Du não era um lugar feliz. As crises eram intensas e, a princípio ele ficou isolado, sentindo-se profundamente angustiado. Assim que teve permissão, ele transformou a sua dor em arte. O hospital tinha um pátio interno com um jardim. Para a maioria, talvez fosse apenas um espaço de passagem, mas para Vanangog tornou-se uma fonte de inspiração. Durante a primavera de 1889, ele olhava para aquele jardim da sua janela e via vida, cor e esperança. Foi ali que pintou duas obras famosas. O jardim do hospital em enfermaria do hospital em Arles. quadro do jardim, ele não pintou a melancolia do lugar, pelo contrário, usou cores vibrantes, amarelos, azuis intensos e pinceladas cheias de energia para retratar as flores, os canteiros e as árvores. Este é o lesalisc, lugar dos mortos. Nos tempos romanos era um cemitério de Arnes e não era um cemitério qualquer. Era tão famoso e considerado tão sagrado que pessoas de toda a Europa queriam ser enterradas aqui. Com o passar dos séculos, o lugar transformou-se, deixou-se de ser um cemitério ativo e virou uma espécie de passeio romântico e melancólico. E foi aí que a sua magia atraiu dois amigos artistas que talvez você conheça, Vicent Van Gog e Paul Gugan. Numa tarde de outono de 1888, os dois foram para lá com os seus cavaletes. Vanog pintou a poesia melancólica do lugar com as cores quentes do outono, capturando a sensação de um sonho. Já Gugan, por outro lado, viu algo diferente, talvez mais sombrio e direto. Eles pintaram lado a lado, mas criaram visões completamente distintas do mesmo lugar. Hoje caminhar por Lisalic é como viajar no tempo. Sentes o peso da história romana, a melancolia romântica e se olhares com atenção, talvez consigas imaginar Van Gog e Gugan a discutir sobre a arte enquanto as folhas de outono caem sobre os túmulos antigos. [Música] Pois é, pessoal, esse é o vídeo de hoje. Eu espero que vocês tenham gostado. Não esqueçam de curtir, compartilhar, se inscrever no canal, fazer todas as coisas que me ajuda bastante, ok? Um grande beijo, um grande abraço e até o próximo vídeo. Tchau. [Música]
Olá, pessoal!
Juntem-se à nossa família numa aventura inesquecível por Arles, no sul de França.
Esta cidade não é apenas linda; é um museu a céu aberto onde a história e a arte se encontram em cada esquina, e também um lugar marcado pelas pinturas de Van Gogh.
Ficámos absolutamente maravilhados com os seus monumentos e museus. Sentir a grandiosidade do Anfiteatro Romano, imaginar a vida na antiguidade e mergulhar nas coleções de arte, como as do Museu Réattu, foi uma viagem no tempo que tocou toda a família.
É incrível como a cidade consegue manter viva a sua herança de séculos!
A nossa viagem a Arles foi uma verdadeira injeção de inspiração!
E para si, qual é a cidade que mais o inspira?
Deixe um comentário a dizer qual foi o seu local favorito neste vídeo (o Anfiteatro? O Jardim de Van Gogh?) ou qual é a sua obra de arte preferida do mestre holandês!
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Músicas utilizadas no vídeo:
Music track: Swing by Pufino
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Music track: Peaceful by Pufino
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Music track: Fallen Kingdom by Epic Spectrum
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Music track: Heritage by Pufino
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Music track: Ballad by Pufino
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Music track: Chance Of Sunshine by Avanti
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Music track: Above It All by Moavii
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Music track: Last Summer by Aylex
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Então, bora para o vídeo!!