Nantes | Roteiro Completo na Cidade mais Linda do Loire na França #frança

Depois de ter conhecido todas as regiões da França, cerca de 100 cidades, se eu fosse escolher uma para morar, seria cucume chuchu. Hoje eu vou mostrar para vocês a cidade de Non, que antes era Bretanha, agora é peido do Laloá. Sou a professora Vanessa e hoje vou te levar para uma das cidades mais incríveis da França e não tão conhecida pelos turistas. Fica até o fim porque você vai se surpreender sobre o que eu descobri pertinho de Nter. Se é novo por aqui, inscreva-se, torne-se o membro para ganhar e-books, roteiros exclusivos, descontos nas aulas e cursos e vídeos especiais. E se plixa seu like porque você vai ver que esse vídeo merece. Vou começar com tiquinho de história, depois gastronomia super especial e, enfim, 10 lugares que você não deve deixar de conhecer e no final vai ter uma surpresa. Nunas nasceu Celta e na idade média virou capital do ducado da Bretanha. Em 937, a Lan Barbat Torta, o Barbatorta recuperou a Bretanha dos Vikings e fez Den cidades chave da região. No século XV, a cidade viveu o auge com Ana da Bretanha, duquesa, que se casou duas vezes com reis da França. Foi graças a ela que a Bretanha acabou unida definitivamente ao reino francês em 1532. Nont pertence à região Pídola Luar desde a reforma administrativa de 1956. Mas muitos habitantes se sentem culturalmente bretões e se você for lá vai ver bandeiras da Bretanha tremulando pelas ruas. Nota está às margens do rio Luar, o mais longo da França, a apenas 50 km do Atlântico. Essa posição estratégica entre o mar e o interior foi a razão da sua riqueza como porto e a base da sua história. Antes de entrar nos lugares imperdíveis, você tem que saber o que te espera na gastronomia. A cidade é um deleite gustativo e vou te dar cinco razões para sair da dieta em nota. Primeiro, frutos do mar, sempre fresquíssimos, ostras, mexilhões, vieiras, camarões que chegam diariamente pelo pordente sanaer, preparados de formas clássicas ou inventivas. Dois, o vinho Muscadé, produzido nas margens do Luar acompanha perfeitamente esses pratos, trazendo frescor e mineralidade que lembram o rio e o mar. As galette bretãs, galette é o que a gente chama de crepe salgada. Os crepes doces também são maravilhosas, mas as galetas elas trazem ingredientes locais como os queijos, cogumelos, legumes, frutos do mar, anduet, que nem todo mundo gosta, mas é muito bom. Eu cheguei a comer oito num dia só entre galeta e crepe. Quatro, o gatobreton ou gato nonté, que é um bolo maravilhoso à base de muita manteiga, muita gema, baunilha e às vezes pode ter rumo. E cinco, se você realmente quer uma viagem de sabores, vá ao March do Talonsa, uma feira coberta impressionante. E agora listei 10 lugares que você não pode deixar de conhecer em Nta e três bem próximos. Um. Imagina um parque de invenções futuristas construído em antigos estaleiros da cidade. Lá, engenheiros e artistas deram vida criaturas mecânicas gigantescas inspiradas no universo de Júlio Verna, o escritor nascido em Nta em 1828 e também no estilo fantástico de Leonardo da Vin. São as machine do lila. O símbolo máximo é o elefão. Um elefante de 12 m de altura que pesa mais de 40 toneladas, feito de madeira e aço. Ele anda de verdade, leva 50 pessoas no dorso. [Música] E ainda esgu água nos curiosos. Passear dentro dele é como entrar numa ficção científica do século XIX. Eu adorei esse passeio dentro dele e também adorei admirá-lo de fora. Ele é realmente incrível. Também tem o carrossel dos mundos marinhos com criaturas do fundo do mar que parecem saltar nas páginas de 20.000 léguas subimarinas. É uma fusão perfeita entre arte, mecânica e imaginação. O museu Júlio Verna, nunte respira Júlio Verna, o autor de A volta ao mundo em 80 dias, cresceu olhando o luar e sonhando com viagens. Tanto que a cidade preserva sua memória com um museu instalado numa casa charmosa com vista pro Rio. Mas eu já mostrei minha visita a esse museu num vídeo aqui no canal. Então, se você ainda não viu, vale muito a pena entrar no mundo desse gênio. Chato de duque de breta. E aí me falaram: “Pega essa rua aqui que você corta caminho, gente. Olha aqui. Corta caminho por dentro de um castelo. Oniva, esse castelo branco de muralhas imensas e torres redondas parece ter saído de um conto medieval. Ele foi residência oficial dos duques da Bretanha, inclusive da famosa Ana da Bretanha, aquela mulher que conseguiu ser rainha da França duas vezes. Hoje o castelo abriga o Museu de História de Nonte, moderno, interativo, cheio de projeções e objetos que contam desde a glória do Porto Comercial até o sombrio período do tráfico negreiro. À noite, as muralhas se iluminam e refletem no fosso um espetáculo gratuito que você não esquece. Os parques são muitos. Uma das coisas mais surpreendentes emta é o quanto ela é verde. Não é força de expressão. Já foi eleita a cidade mais verde da Europa em 2013 e não por acaso. São mais de 100 parques e jardins espalhados. O Jard Plonta, um dos mais belos jardins botânicos da França, criado no século XVII, tem mais de 10.000 espécies de plantas, estufas tropicais, esculturas vegetais. E como N adora brincar com nossa imaginação, o jardim também tem instalações lúdicas, bancos tortos, personagens gigantes de desenho animado escondidos entre as árvores. Outro que amei fica no meio do Erdre, a Ilha de Versailla, uma ilha jardim japonesa que parece transportada do outro lado do mundo. Criada no século XVII, ela foi projetada com pontezinhas de madeira, lago sereno, pontes arqueadas, bonçais e plantas típicas do Japão. Meu favorito foi o Jardan Extraordinaire, o Jardim Extraordinário. Ele foi inspirado, adivinhe, no imaginário delirantemente grandioso do Júlio Verna. E, olha, levaram em sua série. A antiga pedreira virou um anfiteatro natural, falésios e semicírculo, microclima quentinho, cascata de 25 m que desce como se tivesse acabado de saltar das páginas de viagem ao centro da terra. Você anda ali e sente a escala mudar. O cenário cresce, você encolhe e essa sensação é deliciosa. A vegetação é uma festa de umas 200 espécies. Folhas extravagantes, cores tropicais, texturas que parecem inventadas por Werner. E tudo funciona em harmonia. A rocha guarda calor, devolve a noite, o vento não atrapalha. Resultado, um jardim urbano com alma de selva de ficção científica. A paisagem ganhou o prêmio Grand Prix de Victar de Pais em 2021. E não é só para contemplar. Tem escalada na parede de granito breton, tem o escalier de lafalesa com 177 de graus e quatro mirantes charmosos. Passagem Pomé, inaugurada em 1843. Essa galeria coberta em três níveis é um triunfo da arquitetura do século XIX. Mármore, ferro forjado, vitrais e estátuas criam um cenário tão elegante que parece teatro, mas ao mesmo tempo é um lugar vivo, cheio de lojinhas, cafés, boutiques e muitas pessoas passeando. Gente, tá parecendo o BR isso aqui. Se você já passou por um supermercado francês, com certeza viu aquela caixinha bonita de biscoito. Lu, ela nasceu aqui em Non, no século XIX. Tudo começou em 1846, quando o jovem confeiteiro chamado John Roman Le Fevre se casou com Pauline Isabel Utile. Juntos eles abriram uma pequena confeitaria no centro de nota. Da união dos sobrenomes le fevre utila veio a sigla que o mundo inteiro conhece. L. Os biscoitos se destacavam não só pelo sabor, mas também pelas embalagens decoradas por artistas da época. O mais icônico é o Pittburg, criado em 1886, aquele retangular com bordas recortadas que virou símbolo da infância de gerações inteiras. Ele foi pensado com um simbolismo incrível. Tem 52 dentinhos, representando as semanas do ano, 24 furinhos para as horas do dia e cada lado tem sete cortes como os dias da semana, um calendário crocante. A Turlu, uma torre Arnov construída no início do século XX, ainda se ergue ao lado do castelo. Hoje o edifício abriga o Lunica, um centro cultural contemporâneo com exposições, teatro, música e até amã. É a perfeita metáfora de Non. Tradição transformada em criatividade. Em outros prédios, em outros lugares. Sim. Ah, ok. Não que isso é justo aqui é só para espetáculos, música, dança, [Música] um museu não mas perto, perto, mas um lugar que eu adorei foi o rabanana. Ele fica na Ildenont, bem na Ponte Oeste, exatamente onde funcionavam os antigos armazéns portuários da cidade. E o nome não é invenção poética. Ali, durante décadas, eram armazenadas as bananas vindas das colônias descarregadas no grande porto de Nta. Hoje o hangar renasceu como um dos pontos mais animados e descontraídos da cidade. Uma mistura de bares, restaurantes, galerias, música, arte contemporânea e um público que adora ocupar o espaço público com alegria. E é aí, ao longo desse cais, o kedzontia que você vai encontrar os famosos ano de buena. Essas estruturas circulares gigantes foram criadas pelo artista Daniel Brena, o mesmo que fez aquelas colunas listradas em preto e branco no Palé Royal em Paris. Esses bambolês gigantes estão alinhados ao longo do Kedesontia, formando um corredor visual que abraça a cidade e o Loar. Quando a noite cai, cada anel se ilumina em vermelho, verde e azul, criando um espetáculo. Alos luminosas que transforma a ponta da ilha num cenário quase futurista. E perto dali, impossível não notar a famosa grua da Il Bolir. Essa grua gigante que um dia ergueu cargas pesadas nos estaleiros, hoje se tornou símbolo urbano e cenário artístico. Alguns artistas chegaram a transformá-lo em palco de projeções, instalações e performances. O pó de Norte San Nazer se estende ao longo do rio Luar desde o centro de Norte até San Nazar, quase 50 km rumo ao Atlântico. É um dos portos mais importantes da França e foi ainda é uma peça chave na economia da cidade e do país. No passado, era por aqui que chegavam e saíam mercadorias de todo o mundo, desde vinhos e tecidos até produtos exóticos. e, infelizmente, no século XVI, o comércio de escravos, que marcou profundamente a história local, responsável por centenas de viagens para a África e o Caribe. Nunter foi o maior porto negreiro da França. Hoje a cidade reconhece esse capítulo com museus e memoriais. Se você tem um tempinho para conhecer os arredores, eu aconselho três lugares. Primeiro, a cerca de 1 hora e meia de notta, o lugar todo gastrônomo deve conhecer, Guerrond. Ela é famosa por suas muralhas medievais intactas que datam do século XI, mas o grande tesouro de Guerrond é o sal. As salinas da região produzem o famoso cell gr gri e o flor de cell, um dos mais apreciados do mundo. O sal é colhido manualmente, como há séculos, e dá à cidade uma ligação direta com a natureza e as tradições locais. Caminhar pelas salinas ao pôr do sol é quase hipnótico. O reflexo da luz na água cria um espetáculo que parece pintado à mão. Além disso, Guerronda é rodeada de campos, pântanos e pequenas ilhas. E o centro medieval é cheio de lojinhas de artesanato, cafés, restaurantes que oferecem pratos locais preparados com o famoso sal da região. Dois. Se você gosta de história com toque de magia e diversão, precisa conhecer o parque de Ped Fu. A menos de uma hora de carro de notta, você encontra um dos parques mais impressionantes da França. 55 haares onde passada e presente se misturam. No Pidfu, a história ganha vida diante dos seus olhos. Cavalos galopando, espadas reluzindo, batalhas medievais recriadas em grande escala e a noite famoso show Cineceni, com mais de 2000 voluntários transforma o parque em um verdadeiro espetáculo cinematográfico ao ar livre. Desde as aldeias reconstruídas até os espetáculos imersivos, cada canto do parque convida a viajar no tempo. E três, a cerca de 30 km ao sul de Nunta, Clisson é famosa pelo seu charme toscano no coração da França. Ruas de pedras, casas com telhados vermelhos e um castelo medieval que se ergue sobre o rio é cinematográfica. Eu adoro rock e fiquei louca quando soube que o Relfest, o maior festival de metal da Europa, é lá. O Rfest acontece anualmente em Clisson para quatro dias de intensa celebração do metal, hard rock, punk, hardcore. Fora isso, é um paraíso para quem gosta de caminhar, pedalar. Trilhas margeiam o rio, passam por vinhedos e pequenas pontes de pedra, criando aquele cenário de cartão postal. Você pode visitar o castelo, explorar as ruas medievais, provar vinhos locais e em seguida atravessar a ponte para se perder na paisagem verdejante da região. E agora aquela surpresa que deixei pro final, o bônus, o lugar mais instagramável que encontrei nessa região e conto a história que faz parte da coleção Só acontece comigo. Essa história surreal se passa nesse lugar charmosíssimo que parece ter saído de um conto de fadas. Tront. Para chegar lá, você tem que atravessar o luar e para isso tem um barco gratuito. Esse antigo vilarejo de pescadores, hoje cheio de casinhas coloridas, ruas estreitas e um bar boio irresistível, é daqueles lugares que parecem cenário. E foi justamente ali, nesse cantinho tão especial. que vivia uma coincidência fantástica. Encontrei ninguém menos que o cantor Hunel, o grande ícone da canção francesa, que desde 2022 escolheu Tromu como lar junto com sua companheira. O encontrei na rua e ele estava com a sua esposa, que é prima da amiga com quem eu estava, mãe de um dos meus primeiros seguidores. Eu nem sabia o que dizer. Eu sei que ele odeia fotos e redes sociais, mas não resisti e pedi uma foto. E tenho com ele uma raridade, uma foto em que ele esboçam sorriso. Sua esposa nos convidou para tomar um suco num desses barcos bar lindos e ela, de uma gentileza tão rara, puxou a cadeira e me colocou do lado dele. Eu parecia estar sonhando. Conversei um pouco com ele, que parecia muito interessado em mim, no que eu dizia, mas ele tinha muita dificuldade para falar. Ele adorou ver minhas fotos da Amazônia. Foi realmente um dia para guardar na memória. Vá, ela é mais mágica do que se pode imaginar. No fim das contas, essa é a magia de Nont. Ela foi medieval, portuária, revolucionária e hoje é futurista, artística e gastronômica. Berço do gênio aquariano Juli Verna. Quando você anda pelas ruas, entendeu tanta imaginação. Nont respira criatividade. Se você pensa em conhecer a França além de Paris, coloque no seu mapa. Eu te garanto, você vai sair de lá diferente. Bocuena. [Música] Oh. Oh.

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Nantes é aquele tipo de cidade que não pede licença — ela chega, te puxa pelo colarinho e diz “vem, tenho umas histórias pra te mostrar”. E você vai. Dos anéis luminosos do Hangar à Bananes, que transformam a beira do Loire numa instalação viva, às vielas poéticas de Trentemoult — onde, por uma coincidência tão absurda que parece roteirizada, eu acabei tomando um suco com o grande astro …………… — tudo em Nantes vibra com uma criatividade meio rebelde, meio sonhadora. Totalmente irresistível.

A cidade é motor cultural, playground urbano, porto histórico (com um episódio triste e vergonhoso) e laboratório de imaginação. Você anda pelas margens do rio, entra no Jardin Extraordinaire (que honra Jules Verne), cruza pontes, pega um barco, desembarca em mundos diferentes a cada bairro. E, bem ali ao lado, os arredores completam o espetáculo: Guérande com suas salinas hipnóticas, o sopro atlântico da costa, vilarejos que parecem parênteses no tempo. E também tem a capital do rock, bebê!! Vc imaginava isso????

Este vídeo é o mapa emocional de uma viagem por uma das cidades mais surpreendentes da França — vibrante, humana, criativa, e impossível de esquecer.

#Nantes #Loire #França #Viagem #Europa

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21 Comments

  1. Uma reportagem incrível sobre Nantes e seus arredores. Fiquei entusiasmado em conhecer essa cidade e desfrutar de suas belezas. Este canal tem muitos vídeos interessantíssimos sobre cidades francesas — um verdadeiro aliado para entender a cultura desse país fantástico.

  2. Van fico besta como vc consegue colocar tanta informação em tao pouco tempo! O video é leve , muito gostoso de ver, uma fotografia linda, cheio de dicas valiosissimas! Nao suma mais, tava com muita saudade dos seus videos 😘😘😘

  3. Félicitations, Vanessa. C'est l'une de tes meilleures vidéos ! Pas simplement par la qualité du contenu remarquable, mais aussi la qualité technique, le montage et la photographie : cet épisode nous donne envie à le revoir à plusieurs reprises. Et, ironiquement, ça fait déjà du temps que tu n'as pas publié de vidéos longues. Oui, on le sait : créer quelque chose d'aussi réussi demande un travail considérable. C'est pourquoi j'espère que tu en publieras d'autres, car c'est bien meilleur que beaucoup de choses qu'on voit à la télé. Bravo ! 👏🏻🎥

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